Parece que António Costa juntou-se aos jogadores antes da ida destes para o Europeu de futebol. Imagino que tenha dito algo como “não se preocupem, mesmo não chegando à final encontraremos um esquema para trazerem a taça”.
À atenção de Mário Nogueira
Ora aqui está uma ideia interessante: no México, cortaram o cabelo aos professores que se recusaram a fazer greve.
O regresso do doutor marteladas
Centeno é um ministro socialista, não há dúvida. Lê-se hoje na primeira página do DN:

Ou seja, voltamos aos tempos em que eram feitos truques contabilísticos para maquilhar as contas desgovernadas. E se a Europa permitir isto, perderá toda e qualquer credibilidade que lhe restasse.
Adenda: quem é que ainda acredita que o défice, com CGD ou sem CGD, ficará minimamente perto dos 2,2%?
Finalmente?
Bárbara Reis deixa a direcção do Público. A ver se, finalmente, o Público volta a ser um jornal – em vez de um panfleto.
Liberdade de expressão
Mário Nogueira está amofinado com um cartaz (fraquinho, na minha opinião) da JSD em que é retratado como uma reencarnação do tio José. Devo confessar que, apesar de tudo, Estaline conseguia dar ares de estadista; já Nogueira, nestes preparos

não parece mais do que um chefe de esquadra sul-americano.
Mas o busílis da questão é: o que leva Nogueira a querer processar a JSD? Será por entender que a liberdade de expressão e a sátira são propriedade exclusiva da Esquerda?


Em alternativa, da mesma forma que os muçulmanos mais tradicionalistas não aceitam a representação visual de Maomé, talvez Nogueira não aceite a representação em imagem do seu deus.
Consumir de preferência antes de…
O PS desconfia do apoio de Marcelo ao governo. O mesmo PS estaria escandalizado se Marcelo hostilizasse o governo. Mas aquilo que preocupa o PS não é a hipótese de Marcelo ter dado à geringonça um prazo de validade até às autárquicas. O que realmente deve estar desesperando o PS é saber que terá de governar até às autárquicas – e dessa forma demonstrar, com a realidade de dois anos de governação, como a política actual é suicida.
Redundâncias
Os apologistas da geringonça, agora cansados com as manifs (pelos vistos, o direito à indignação tem limites impostos pela mediatriz política), acodem ao governo no assunto “ensino privado” com o argumento de que o Estado não deve ter gastos redundantes. Já o contribuinte que paga compulsivamente, quer usufrua dele quer não, o ensino público, pode ter gastos redundantes.
A ver vamos
O vice-ministro da educação Tiago Brandão Rodrigues e o ministro Mário Nogueira começaram a sua batalha pelo desmantelamento do ensino privado em Portugal. Tenho curiosidade em saber se o Colégio Moderno está neste primeiro lote de colégios afectados…
Hoje – como sempre
O défice aumentou no primeiro trimestre deste ano mas o PS, pela voz do pequeno César dos Açores, já veio dizer que não está preocupado com isso. Ou seja, nada de novo debaixo do Sol.
Quem paga a festa?

Não vi ontem nenhum dos festejos e cerimónias alusivos ao 25 de Abril porque estava a trabalhar. É uma metáfora: eles festejam – mas nós é que lhes pagamos a festa.