Mário Nogueira está amofinado com um cartaz (fraquinho, na minha opinião) da JSD em que é retratado como uma reencarnação do tio José. Devo confessar que, apesar de tudo, Estaline conseguia dar ares de estadista; já Nogueira, nestes preparos

não parece mais do que um chefe de esquadra sul-americano.
Mas o busílis da questão é: o que leva Nogueira a querer processar a JSD? Será por entender que a liberdade de expressão e a sátira são propriedade exclusiva da Esquerda?


Em alternativa, da mesma forma que os muçulmanos mais tradicionalistas não aceitam a representação visual de Maomé, talvez Nogueira não aceite a representação em imagem do seu deus.