O Imprensa Falsa satiriza:
Troika regressa amanhã para saber se já pensámos melhor na nossa vida.
Alguém sabe o que anda o homem a fazer? É que desde que apresentou a demissão, o chorrilho de notícias sobre Relvas cessou, como que por magia…
Ana Avoila e a respectiva agremiação sindical dizem não aos despedimentos no sector público e à semana de 40 horas de trabalho. Qualquer “privilegiado” que trabalhe no sector privado sabe bem que está sujeito ao despedimento e, quando a semana só tem 40 horas de trabalho, festeja efusivamente. Não é, no entanto, novidade que o princípio constitucional da igualdade tem, em Portugal, as suas idiossincrasias.
O que me deixa num estado que oscila entre a desilusão e o desespero é o protagonismo dado a uma pessoa como Ana Avoila, mais uma personagem sinistra gerada pela bem oleada máquina sindical portuguesa, fértil na entronização de homúnculos do aparelho partidário e na sua promoção a líderes de bandos de arruaceiros, cuja única função é atrapalhar a vida a quem, de facto, trabalha.
Parece óbvio que este homem, que pagou uma conta no supermercado com uma nota de 30(!) euros, está a aplicar a teoria económica de Mário Soares: se não há dinheiro, fabrique-se – e os problemas ficam resolvidos.
Seguro diz que já tem ministro das Finanças para apresentar a Cavaco Silva. Mas acho que seria interessante sabermos primeiro quem é que ele propõe para primeiro-ministro…
… ao disponibilizar o sermão do velho Soares apenas a assinantes.
Eu tenho estado com tão pouca paciência para estas palhaçadas…
Acho sempre piada quando vejo os doidinhos do AspirinaB a citarem os maluquinhos do Corporações e vice-versa (links na barra lateral, caso pretendam enojar-se). É um pouco como ver um lacrau “amigar-se” no Facebook a uma cascavel.

Jeroen Dijsselbloem, ministro das Finanças holandês, acima fotografado com ar de “em que buraco me fui meter”, realizou uma “investigação em Economia Empresarial com vista à obtenção de um mestrado na University College Cork” – e achou-se no direito de colocar logo o mestrado no currículo.
Admito que talvez eu tenha sido demasiado simplista. Tenho olhado para esta mania de ser “criativo” com o respectivo currículo como um sinal da “tugalidade” de José Sócrates (e assemelhados) na chico-espertice. Com o avolumar de casos conhecidos noutros países, começo a pensar que estava errado: será mesmo um problema geracional, não local.
Ou, talvez, esta pulhice seja um fenómeno global e permanente – e agora haja mais ferramentas para investigar.
Soares, falho de ética e de vergonha, prossegue debitando as suas atoardas, de alguma forma apoiado na reconfortante ideia de estar protegido de reacções pela sua muitíssimo provecta idade.
João, já não é de Aricept que este cavalheiro precisa, mas antes de Haldol:
O haldol é o haloperidol, um neuroléptico do grupo das butirofenonas. Além da indicação para tratamento dos sintomas psicóticos: pode ser usado também para evitar enjôos e vômitos de qualquer origem, para controlar agitação, agressividade devido a outras perturbações mentais, ou ainda para tratar o distúrbio de Gilles La Tourette.