Um fenómeno geracional?

Jeroen Dijsselbloem, ministro das Finanças holandês, acima fotografado com ar de “em que buraco me fui meter”, realizou uma “investigação em Economia Empresarial com vista à obtenção de um mestrado na University College Cork” – e achou-se no direito de colocar logo o mestrado no currículo.

 

Admito que talvez eu tenha sido demasiado simplista. Tenho olhado para esta mania de ser “criativo” com o respectivo currículo como um sinal da “tugalidade” de José Sócrates (e assemelhados) na chico-espertice. Com o avolumar de casos conhecidos noutros países, começo a pensar que estava errado: será mesmo um problema geracional, não local.

 

Ou, talvez, esta pulhice seja um fenómeno global e permanente – e agora haja mais ferramentas para investigar.

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