“Ou seja, o Dr. António Costa consegue, com a sua máquina de propaganda, tornar numa derrota a vitória que Dr. António José Seguro teve nas Europeias e tornar numa vitória a derrota que ele próprio agora teve nas legislativas”
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Um título esclarecedor
O Económico titula:
Curioso: percebemos, durante a campanha, que Costa “não pescava” nada do programa que estava a propor ao eleitorado; agora, percebemos que Costa “anda à pesca” de qualquer meio que lhe proporcione a sobrevivência política.
As condições inegociáveis
Eu não estive nas “reuniões” de António Costa, mas deito-me a adivinhar que ele imporá duas condições inegociáveis: receber o Ministério da Justiça e nomear Rui Rangel para a Procuradoria Geral da República.
As continhas do Costa
Costa levou homem das contas para a reunião com a coligação… Acredito que alguém da coligação tenha tido o bom senso de sentar o homem das contas num canto a brincar com plasticinas e lápis de cera!
Costa, esta semana perdeste…
Acredito que Costa esteja ainda aturdido com o resultado das eleições, tão aturdido que está a demorar a compreender que as perdeu…
Amor de mano
É tão querido ver Ricardo Costa, na alínea d) do seu escrito, encontrar “uma derrota estrondosa temporariamente transformada numa vitória posicional” na “jogada típica de judo” de António Costa que “surpreendeu tudo e todos”.
PS: Ricardo Costa esqueceu-se de mencionar António Costa com o impessoal “o líder do PS”. Está-se a desleixar.
Poucochinho
Se “quem ganha por poucochinho é capaz de poucochinho”, quem perde por muitochinho é capaz de muitochinho?
Isto quer ser primeiro-ministro?

Isto foi verdade? Digam-me, por favor, que isto é uma montagem. Por favor…
Costa, o aglutinador?
Preso por ter cão…
Há pouco, meti-me num deslocador transversal para visitar o universo paralelo em que Cavaco Silva anunciou aquilo que fará no pós-eleições. Muitos dos que neste o acusam de não dizer o que fará – naquele, acusavam-no de estar a condicionar o voto dos portugueses.
Curiosamente, neste mesmo universo, muitos daqueles que encararam com normalidade o candidato Costa reunir-se com os “lesados do BES”, ter debatido com eles “soluções” para o caso de ser eleito e não esclarecer o eleitorado a esse respeito – estão agora a esbracejar porque Cavaco Silva não diz o que pensa fazer conforme os vários resultados eleitorais.


