João Galamba pergunta, na sua conta do Twitter, quem é o Martim.
Nós, aqui, respondemos: é o miúdo de 16 anos que decidiu fazer pela vida que é atacado por deputados imbecis da nossa Assembleia, deputados esses sustentados por todos nós, por sinal.
João Galamba pergunta, na sua conta do Twitter, quem é o Martim.
Nós, aqui, respondemos: é o miúdo de 16 anos que decidiu fazer pela vida que é atacado por deputados imbecis da nossa Assembleia, deputados esses sustentados por todos nós, por sinal.
Este tema motivou-me a fazer uma pesquisa rápida acerca de alguém tão claramente irrelevante como Raquel Varela. Aqui, vemos as suas áreas de estudo:
– História Global do Trabalho e História do Estado Social
– História dos Movimentos Sociais na Península Ibérica
– História do Movimento Operário Português
– História da Revolução de 25 de Abril de 1974
– O papel do Partido Comunista Português na revolução portuguesa
– Estudo Comparativo dos Partidos Comunistas Europeus
Enfim…
Parece que tão brilhante historiadora, versátil na sua investigação e aguçada na raiva ideológica, vestida, penteada e maquilhada como mandam as regras da verdadeira capitalista, teve de vergar o seu pesado ego intelectual perante um miúdo de 16 anos envergando uma “sweat-shirt” que fala de “miúdas giras”.
É caso para dizer, get “Over It“, Raquel Varela.
Se a alcunha do Martim fosse Zé Naifas, se o cadastro do Martim fosse mais longo do que um rolo de papel absorvente Renova XXL e se viesse de um bairro problemático, o Martim seria louvável. Assim, é um pulha capitalista que, aos 16 anos, já procura explorar meninos chineses que trabalham 16 horas por dia numa “sweatshop”, a troco de umas tigelas de arroz. Canalha!
Haverá outro? Por Inês Teotónio Pereira
Manuela Ferreira Leite está a tornar-se cansativa. Nunca engoliu bem o facto do PSD ter deixado numa segunda linha a ala de barões que controlou o partido durante décadas, tornando-o numa máquina política pesada e alheada da realidade, deslumbrada pelos deleites proporcionados por uma pouco generosa elite. Beneficiária de uma, essa sim, generosa subvenção vitálicia superior a 2 mil euros mensais, MFL devia responder ao respeito com que sempre foi tratada com um mínimo sentido de lealdade.
É, reconhecidamente, um nulidade política, incapaz, no seu tempo, de fazer frente ao pior PS da história, liderado por um salafrário de créditos firmados, agora convertido em comentador domingueiro a quem ninguém, para além dos seus cães de fila, presta grande atenção. Parece que MFL volta agora a ter vontade de fazer política, de recuperar o PSD das vitórias morais mas que pouca influência tinha nos destinos do País. Tem o seu espaço na história, nada mais. Devia aceitar este facto com alguma elegância.
Esta notícia diz-me, pelo menos, que a desgrenhada Ana Avoila sabe dizer uma palavra com mais de duas sílabas. É essa palavra a preferida, de há uns tempos a esta parte, de sindicatos e confederações de sindicatos, dos comunistas, dos bloquistas e socialistas. É também a palavra preferida de provedores inócuos e “movimentos cívicos”. É a palavra preferida de bloggers políticos profissionais e dos comentadeiros televisivos de vão de escada que temos cá no burgo. É, obviamente, a palavra preferida de juízes e respectivos comparsas que são, afinal, os que mais têm ganho com ela.
Essa palavra é inconstitucional.
Alguém sabe o que anda o homem a fazer? É que desde que apresentou a demissão, o chorrilho de notícias sobre Relvas cessou, como que por magia…
Ana Avoila e a respectiva agremiação sindical dizem não aos despedimentos no sector público e à semana de 40 horas de trabalho. Qualquer “privilegiado” que trabalhe no sector privado sabe bem que está sujeito ao despedimento e, quando a semana só tem 40 horas de trabalho, festeja efusivamente. Não é, no entanto, novidade que o princípio constitucional da igualdade tem, em Portugal, as suas idiossincrasias.
O que me deixa num estado que oscila entre a desilusão e o desespero é o protagonismo dado a uma pessoa como Ana Avoila, mais uma personagem sinistra gerada pela bem oleada máquina sindical portuguesa, fértil na entronização de homúnculos do aparelho partidário e na sua promoção a líderes de bandos de arruaceiros, cuja única função é atrapalhar a vida a quem, de facto, trabalha.
Soares, falho de ética e de vergonha, prossegue debitando as suas atoardas, de alguma forma apoiado na reconfortante ideia de estar protegido de reacções pela sua muitíssimo provecta idade.
João, já não é de Aricept que este cavalheiro precisa, mas antes de Haldol:
O haldol é o haloperidol, um neuroléptico do grupo das butirofenonas. Além da indicação para tratamento dos sintomas psicóticos: pode ser usado também para evitar enjôos e vômitos de qualquer origem, para controlar agitação, agressividade devido a outras perturbações mentais, ou ainda para tratar o distúrbio de Gilles La Tourette.
A colunista Bárbara Reis escreveu ontem, no Público, isto. A determinada altura da sua oração aos deuses do Palácio Ratton, enumera 15 considerações que Passos Coelho teceu acerca do acordão do TC. A pergunta que se impõe é: alguma dessas considerações é falsa?