Consegue-se imaginar o auto-apelidado “animal feroz”, o tal da “liberdade respeitosa” e das transmissões em directo que se transformam em diferido por “questões técnicas”, agir com esta cordialidade perante manifestantes (igualmente civilizados)? Eu não. Há coisas que simplesmente nascem com as pessoas.
O chá da meia-noite
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