Analisemos as seguintes declarações:
“O primeiro-ministro criticou a proposta (…) de reestruturar a dívida portuguesa, dado que isso significa um “calote aos credores e significaria que Portugal passaria a fazer parte da lista negra”. (…) reestruturar uma dívida significa pagar um preço em miséria, desemprego e falências e, pior do que isso, significa pôr em causa o projecto europeu e a moeda única.”
E agora analisemos estas:
“Teria assinado o manifesto (que defende a reestruturação da dívida), porque estou de acordo com ele”
As primeiras pertencem a Sócrates, em 2011, quando ainda era primeiro-ministro. As segundas também (!), tendo sido proferidas no seu magazine domingueiro, em pleno 2014. Sócrates, o bandoleiro, está a perder qualidades: já demora 3 anos a dizer uma coisa e o seu contrário.
