Como eu escrevi há atrasado, até recentemente não sabia quem era Raquel Freire. Mas ela existe, claramente existe. Via o União de Facto, fui ter a este pedaço de entrevista que a realizadora “transgressora” deu à Actual/Expresso em 2008. Um pequeno excerto:
P: É heterossexual ou homossexual?
R: Sou pan-sexual.
Não, ela não é pan-sexual. Ela é pan-lerma.
Agora, que fique claro: eu sou o primeiro a defender que alguém tenha a liberdade de dizer as pa(n)lermices que quiser, em relação ao que quiser: temos mais facilidade em desdizer ou refutar as palermices de alguém ditas em claro do que se fossem proferidas no recolhimento de um sótão. O que me questiono é que critério editorial, ou que provas dadas por Raquel Freire no passado, justificaram a sua contratação para usar uma rádio pública de informação, paga com dinheiros públicos, como plataforma para espalhar a sua palavra. Ainda se fosse a Antena 3, que não pretende ser mais do que entretenimento…
É que o que não falta por aí é gente mais articulada e com coisas mais interessantes para dizer: Tino de Rans, por exemplo.