Teixeira dos Santos, o homem que estava na pasta das Finanças e que pediu o último resgate, diz não antever “risco significativo” para novo resgate. Bom, talvez tenha razão – afinal, hoje em dia ele é, por (in)acção própria, um dos grandes construtores de resgates financeiros que temos no país.
Por outro lado, não consigo evitar a sensação de que este “não há risco significativo” (o que implica, pelo adjectivo, que não inexiste o risco) é um pouco como os dirigentes de futebol que “reiteram a confiança” num treinador que vem perdendo jogos – uma semana antes de o despedirem.