O envolvimento da Caixa Geral de Depósitos na La Seda, projecto apadrinhado pelo governo de Sócrates – foi mesmo uma das suas orgulhosas bandeiras -, pode custar ao banco até 500 milhões de euros. O financiamento de Berardo, essa outra bandeira – também orgulhosamente exibida – de Sócrates, pode custar à CGD – segundo algumas estimativas – perto de 300 milhões de euros.
Aqui está: dois projectos pelos quais Sócrates deu a(s) cara(s) e o verbo, podem custar à CGD perto de 800 milhões de euros. E sendo a CGD um banco público, há-de ser o contribuinte quem paga uma larguíssima parcela.
É só mais uma alínea da herança que o ex-Querido-Líder nos deixou.