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The Horde

Basílio Horta voltou a mostrar o que é: um velho mal educado, politicamente repugnante, peçonhento, arrogante na sua nulidade e sobranceiro na sua ordinarice. Um velho vulgar e dispensável, lamentavelmente eleito para representar não se sabe quem, um velho triste e subserviente de uma cartilha, criada por políticos profissionais para políticos profissionais, que luta desesperamente para se agarrar, seja como for, ao “tacho”. Um velho inflado e encarnado, cheio até às suadas costuras de fel e amargura, que vai destilando à medida que trilha o seu tremendamente sinuoso percurso político.

 

Pedro Nuno Santos, o vice do cabelo “à Sócrates”, o homem que, seguramente inebriado, perdeu o super-ego e proferiu os disparates que se conhecem, apresentou-se ontem na AR e ousou defender a sua honra. A honra defende-se com acções e comportamentos, não com palavras vazias. Não está, por isso, ao alcance de canalhas caloteiros que acham perfeitamente legítimo utilizar a dimensão da dívida como uma forma de ameaça. Não se pode, no entanto, exigir mais a uma produção fictícia do socialismo moderno português, a uma figura cheia de nada que apenas se pode destacar pela sua flatulência verbal.

 

Zorrinho (uma versão apequenada e com olhos de carneiro mal-morto do Zorro?), afrontou a AR ao confrontar a sua Vice-Presidente, em pleno exercício de funções. Naquela postura desafiante de barraqueiro bem vestido, com aquele tom enervante de homicida que não confessa o crime, lá vai subindo a escada rosa, cada vez menos íngreme, por sinal.

 

Joana Amaral Dias juntou-se ao circo, restando saber qual é o seu papel, defendendo os seus colegas de partido (ainda o são, ou a senhora já mudou outra vez?). Afirmou que Pedro Nuno Santos tinha estado muito bem e deu a entender que a criatura aproximou o PS de uma ideologia de esquerda. Basta olhar para Joana Amaral Dias, debaixo da camada de betume que lhe cobre a face, para perceber que é uma mulher que defende firmemente os ideais de esquerda.

 

Isabel Moreira não merece atenção. É um zero!

 

K(Quê?)MG?

Mais uma rábula socialista: Paulo Campos usou dados que afirmou terem sido apresentados pela consultora KPMG (ou KMG, nos dizeres do enfadonho testa de ferro Basílio Horta), num estudo entregue à Estradas de Portugal, para justificar, numa Comissão Parlamentar, algumas das trapalhadas que assinou como então membro do Governo. A KPMG, pela letra de um dos seus administradores, veio desmentir publicamente o sr. Paulo Campos, afirmando que nenhum dos dados apresentados consta de qualquer dos relatórios que entregou.

 

Basílio Horta, uma espécie de espectro rosa que agora está em todo o lado, veio a terreiro defender a sua dama, confirmando que os “gráficos” não faziam parte dos relatórios, mas que “o dr. Paulo Campos se tinha baseado em dados dos relatórios da KMG (?) para os efectuar“. Ficámos, antes de mais, a saber que o dr. Paulo Campos sabe fazer alguma coisa, gráficos, quanto mais não seja. Destapou-se, por outro lado, mais uma fantochada sem pés nem cabeça.

 

Querem, agora, os socialistas, também pela voz de Basílio Horta, ver o administrador da KPMG responder perante os deputados. A KPMG que se cuide: quem se mete com o PS, leva…