Morreu Eusébio.
Ao contrário do que alguns insistem em sublinhar, não desapareceu apenas um ex-jogador de futebol, mas um símbolo do País. Alguém que levou o nome de Portugal aos quatro cantos do Mundo fazendo muito bem aquilo que sabia fazer. Sem artifícios, sem rodeios, com a simplicidade que enchia a vida de um atleta profissional na década de 60. Eusébio teve o mérito de nunca se envolver em disputas políticas ou sociais, apesar de aliciado. Nunca se pôs em bicos de pés, reclamando a atenção e o carinho que a sociedade portuguesa lhe dedicava de forma espontânea. A sua simplicidade, que admiro e respeito, é uma das características que o tornaram numa figura unânime, independente de preferências clubísticas, e a razão pela qual, de uma forma mais ou menos intensa, todos choramos a sua morte.
O mesmo não sucederá aquando da morte do nojento Soares. Por cuspir coisas destas, por exemplo.