Ainda a RTP

A RTP tem defendido com unhas e dentes a manutenção do seu status quo. O rol de convidados que lá foram dizer de sua justiça é impressionante. Ora eu tenho-me questionado se é eticamente defensável que um órgão de comunicação social, neste caso com a agravante de ser público, se assuma como manchete de si mesmo. Mais: é defensável que a RTP seja réu, advogado, acusação, juíz e júri em causa própria e no seu próprio tribunal numa discussão que, isso é cada vez mais notório, assenta em razões ideológicas?

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