António José Seguro reage aos novos nomes indicados para os órgãos sociais da EDP. Entre outras coisas, afirma que deve existir uma “fronteira entre a política e os negócios”.
Seguro ainda não percebeu que se candidatou e foi eleito secretário-geral do PS? E que devia existir um período de nojo, com duração nunca inferior a 12 anos, durante o qual o PS – qualquer pessoa do PS! – se devia abster de criticar putativas promiscuidades entre política e negócios – por manifesta falta de legitimidade?
Ou Seguro não estava cá quando a Mota-Engil desencantou Jorge Coelho? Estaria de férias aquando da OPA da Sonae à PT? Perdeu os óculos e não viu a negociata BCP via CGD, o mais repugnante exemplo de ingerência de um partido nos negócios, que colocou o não menos repugnante Armando Vara na administração do maior banco privado português?