Nesta notícia, aquilo que mais me chama a atenção é o seguinte parágrafo:
Assim, Portugal vai demorar 24 anos (até 2036) a reduzir um excesso de dívida que criou em seis anos, visto que em 2004, o rácio da dívida era de 57% do PIB.
Ideia de crianças, dizia o outro? Vejamos a coisa por este prisma: uma criança que nasça hoje terá 24 anos quando a dívida estiver ao nível de antes de Sócrates (há seis anos).