O sindicalismo de pacotilha

Numa altura de enorme gravidade, em que o País precisa de produzir, de sacudir o estupor catatónico que o dominou ao longo dos últimos anos, de demonstrar que não é uma Grécia, de provar que aqui também se trabalha, eis que aparecem aqueles grunhos com maus cortes de cabelo, dentes amarelos e kispos azuis coçados pelo tempo gabando-se da paralisação que a turba sindicalista conseguiu induzir em Portugal.

 

Puta que os pariu!

 

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