Remexer o ar

O palermóide Seguro vem agora dizer, num arroubo de poesia, que se fosse primeiro-ministro (os deuses nos protejam desse advento!) a austeridade seria uma necessidade mas não uma estratégia prioritária.

 

Seguro cada vez mais me recorda essa má memória de nome Guterres. O seu projecto político é gastar. O seu discurso político é feito de chavões ocos ou demagogias canalhas.

 

Mas forcemos Seguro a olhar para a realidade:

 

A razão para estarmos agora na necessidade de austeridade resulta em grande parte da estratégia prioritária dos consulados socráticos: gastar, endividar, oferecer negócios aos amigos. E Seguro, então, assistia calmamente ao desastre na bancada parlamentar que aplaudia de pé Sócrates e o naufrágio de um país.

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