Catarina Martins, num dos mais espectaculares exercícios de hipocrisia de que me recordo, afirma-se diariamente “arrependida da criação da geringonça“. Também eu, todos os dias, me arrependo da criação desta geringonça (des)governativa. A diferença é que eu não tenho responsabilidade nenhuma no facto e irei pagá-lo com a carteira, enquanto Catarina Martins não só foi aríete da sua criação, como surge nos intervalos do arrependimento a defender o governo com ainda mais empenho do que o próprio.
Esta senhora pode ter sido uma actriz medíocre – mas demonstra tudo o que é necessário para uma carreira política de sucesso.
Deixá-los…
Vivem num mundo à parte.
O mundo deles
Que pouco ou nada tem a ver com o nosso…
aposto que não leu a entrevista. isto de comentar de ouvido é pouco a aconselhável
Muitos parabéns pelo teu destaque,não é meu hábito acompanhar notícias de política,aliás,se eu tiver a acompanhar notícias na televisão,apenas que começam o assunto da política,eu prefiro mudar de canal ou,então,ver uma gravação!! Portanto,podes aqui reparar que não tenho interesse nenhum pelas questões de política deste portugal que,por enquanto,ainda é nosso!!