O António, no texto anterior, menciona a unanimidade das sondagens ao indicarem uma vantagem da coligação. Eu, pessimista, mantenho-me cauteloso. Primeiro, penso que as sondagens não têm grandes amostras (500 ou 1000 entrevistas) e as metodologias são limitadoras (apenas telefone fixo, por exemplo). Mas o mais importante é isto: a coligação estar à frente do PS implicaria que o eleitorado teria bom-senso – e, francamente, acho mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que o bom-senso entrar na cabeça do povo português.
As sondagens
Deixe um comentário