Maria João Avillez, no seu texto de ontem no Observador, escreve:
Soares nunca “se” impediu nada.
Eu não discuto a justiça disto, mas acho incompleto. Deveria antes ser:
Soares nunca “se” impediu nada e a Soares nunca se impediu nada.
Maria João Avillez, no seu texto de ontem no Observador, escreve:
Soares nunca “se” impediu nada.
Eu não discuto a justiça disto, mas acho incompleto. Deveria antes ser:
Soares nunca “se” impediu nada e a Soares nunca se impediu nada.