Ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues foi condenada por prevaricação.
Em causa estava a contratação de João Pedroso, por ajuste direto, para exercer tarefas de consultoria jurídica, a partir de 30 de janeiro de 2007, mediante o pagamento de 220 mil euros (sem IVA), a serem pagos em duas prestações.
O problema não era a contratação directa ou o dinheiro envolvido. O busílis da questão foi mesmo a natureza do trabalho: tirar fotocópias da legislação. Os 220 mil euros fariam destas as fotocópias mais caras da História.