
Vasco Lourenço sonha “voltar a dinamitar uma situação que parece inexpugnável”. Já outro fóssil-vivo, Almeida Santos, não conseguiu há anos melhor argumento contra o aeroporto na margem Sul do que terroristas a dinamitarem uma ponte. Quando temos explosivos plásticos, líquidos, binários e etc, estas velhas múmias, enraizadas no tempo, ainda fantasiam com braçados de barrinhas – e um cigarro atrás da orelha para acender o rastilho.