
Recordam-se de quando António José Seguro, qual emplastro, se tentava colar a Hollande, esse euro-Obama? Recordam-se de quando o velho Soares gabava a suposta língua sem papas de Hollande, o desafiador da “senhora que devia voltar para o sítio onde nasceu”? Ou quando o caduco Soares afirmava que o “vento democrático” que soprava desde a eleição de François Hollande seria “a favor do crescimento e contra a austeridade, contra o flagelo do desemprego”?
Pois já se começam a perceber os efeitos desse “vento democrático” que assola a França: