
Pouco mais de um mês depois, aí está de novo o ancestral Soares num longo exercício de pulhice. Ana Sá Lopes, de espinha sempre aduladora perante o jurássico (três vezes “doutor”, seis vezes “senhor doutor”), já não é uma jornalista a conduzir entrevistas: tornou-se uma espírita que regularmente é chamada para fazer séances.