
As declarações já têm dias, mas o tempo não lhes amenizou o fedor. O velhíssimo Soares reincide – nas “críticas ao Governo”, na língua de pau, na abjecção do argumentário:
“Aqueles que ainda não emigraram e os que não se suicidaram, o que começa a suceder com frequência (…)”
O jurássico Soares é um verme.