É uma assinatura desta esquerda folclórica: faz o número circense da praxe com a cantoria do “Grândola” – e foge para não ouvir o que o interlocutor tem para dizer.

Esta gente enche a boca com democracia, debate de ideias e diálogo – e desmente-se na primeira oportunidade. O seu objectivo nunca é ouvir os argumentos do adversário para os poder rebater – é proibi-los pelo simples facto de existirem.