
A Lusa foi ouvir Otelo (a que propósito se lembraram dele? Irão ouvir todos os loucos no Júlio de Matos?). Este diz que a revolução está iminente e termina:
“Tal como lhe disse em novembro do ano passado, com 800 homens eu fazia uma operação militar e mudava o regime. Mais do que mudar o governo, é preciso mudar o regime”.
Sim, nós já percebemos que o problema de Otelo é mesmo o regime – esta coisa da democracia é uma chatice.