Mas já que estamos numa de Globos de Ouro ridículos, porque não recordar a cerimónia de (penso) 97, em que Francisco Pinto Balsemão entregou o prémio Carreira a esse grande artista de vaudeville chamado Mário Soares? E em que, para apresentar o galardoado, Balsemão convidou Frank Carlucci? E em que, contou-me quem viu, este último afirmou (sem sequer corar) que Mário Soares era “Património da Humanidade”?
Que imagem: Balsemão, Soares e Carlucci juntos no palco. Ou como me disse alguém – pareciam a Sataníssima Trindade.