O Estado emitiu dívida pagando 4,23% de juros. Esta taxa é “só” quase 1,4% superior ao pago no ano passado, “só” 1,7% superior ao pago em 2015, e “só” superior à já exuberante percentagem que a DBRS impunha como condição para não descer a cotação (entretanto, perante o continuado subir das taxas de juro, já relativiza aquilo que antes era absoluto).
E Marcelo, o que faz o afectuoso Marcelo perante este cenário já visto em 2010 e 2011? Pois afirma “não haver razão para alarme”, debitando umas talhadas de spin que, pelo seu descabelado, só podem ter sido sopradas ao presidencial ouvido por Galamba e Centeno.
Francamente, quando li as desdramatizações de Marcelo, só consegui pensar nesta imagem:
