A frente de esquerda justifica o voto contra as hipotéticas sanções a Portugal por “injusto face à grave crise económica e social que afetou Portugal”. Ora permito-me divergir da frente num ponto que pode sugerir algum hipersimplismo na sua análise: a grave crise económica e social que até obrigou a um resgate financeiro não “afectou” Portugal – foi causada por Portugal e pelo desvario do governo socrático de então. E o problema é que a frente de esquerda está a fazer todos os possíveis para “afectar” Portugal com nova e idêntica crise económica e social.
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