A lei de Godwin

Pinto Monteiro, que eu por momentos confundi com Marinho Pinto – não sei se por esta alarvidade digna do segundo, se pela ternura que ambos dispensavam ao nosso ex-Querido-Líder Pinto de Sousa – é o mais recente exemplo da lei de Godwin:

 

Pinto Monteiro acusa o Governo de estar a imitar o regime nazi ao criar guetos no interior do país. (fonte: TSF)

 

O maior problema é que Pinto Monteiro não é um qualquer pré-adolescente mental que, no anonimato da Internet, discute com outros pré-adolescentes mentais sobre a superioridade moral do open-source ou exibe o seu amor pela Santa Google ou por São Torvalds. Pinto Monteiro foi o Procurador-Geral da República e, não só pelo cargo que desempenhou, como principalmente pela forma como o desempenhou – mais parecendo um Escondedor-Geral da República -, devia manter uma reserva e decoro acrescidos nas suas posições públicas.

 

Por isto, eu proponho Pinto Monteiro para o prémio “Por Qué No Te Callas” da semana.

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